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Por que voltar para casa estressa tanto? Veja isso, o caso da espinha que viralizou e mais! #preview#
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Você já se pegou dizendo que é “viciado em açúcar” pra justificar um chocolatinho depois de uma refeição? 🤔 Essa ideia não surgiu do nada: em 2008, cientistas da Universidade de Princeton testaram ratos de laboratório para descobrir se eles poderiam se tornar “viciados” no ingrediente.
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A resposta? Que o cérebro deles se comportava “de maneira semelhante a [reação ao uso de] muitas drogas de abuso”. Acontece que nós não somos ratos e há vários fatores, hábitos, inclusive, que levam a gente a passar na loja de doces imediatamente após almoçar com o pessoal do trabalho no restaurante por quilo.
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No episódio fresquinho do Vidacast, o podcast do MinhaVida, o nutricionista @nutriluiscastello explica sobre “comer emocional”, o “poder” do doce sobre nosso cérebro e outros detalhes pra desmistificar nosso consumo de açúcar. Vem ouvir! 🎧👇
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O que mais rolou na semana?
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Tá todo mundo meio assustado com os casos de acidentes recentes em uma montanha russa do Hopi Hari: 🎢😨
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Por que será que a gente se emociona tanto vendo alguém voltar a ouvir? Essa resposta eu não tenho, mas tenho um vídeo lindo que viralizou essa semana: 🎥
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Boa notícia! 💖 A partir de 1º de outubro, a ANS obriga os planos de saúde a cobrir a mamografia digital para pacientes de qualquer idade, bastando ter indicação e prescrição médica.
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Também não entende como tem gente que acorda na hora certa sem despertador? Pesquisamos o que esse povo faz pra conseguir essa proeza: ⏰😱
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Que fazer o bem pros outros traz um sentimento bom, todo mundo sabe, mas a ciência tem ido além em dizer que ser gentil ou se envolver em voluntariado pode acabar com a solidão de quem ajuda. “Ser gentil não faz bem por causa de uma reação química isolada e sim porque rompe com a lógica de que cada um está por si”, diz a psicóloga Rebecca Moura na nossa matéria especial da semana.
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Conversamos com gente que tá no voluntariado há anos e diz que encontrou nisso uma forma de respirar. A Mariana Cardim (48) começou a ajudar pessoas de rua logo depois de perder um filho: “Quando estou ajudando alguém, é como se eu pudesse pegar a minha ‘mala da dor’ e colocá-la ao lado por alguns instantes”. E você, já sentiu algo parecido ao se envolver em algum projeto pra ajudar alguém? ? Se quiser ler outros casos de voluntariados que acabaram mudando a vida de quem tava tentando ajudar, tá tudo na nossa matéria especial da semana:
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Jamille Ribeiro ✍
Carioca, aspirante a uma vida saudável e Editora-Chefe do MinhaVida
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